terça-feira, 17 de maio de 2011

Tipos de comportamentos compulsivos

Estudo abaixo sobre os seguintes comportamentos compulsivos

1 - TRABALHAR COMPULSIVO (WORKAHOLIC)
2 - ATIVIDADE FÍSICA COMPULSIVA (VIGOREXIA)
3 - COMPRAR COMPULSIVO (SHOPHOLIC)
4 - JOGAR COMPULSIVO (OU PATOLÓGICO)
5 - TRANSTORNOS ALIMENTARES - COMER COMPULSIVO (BINGE-EATING)
6 - TRANSTORNO DISMÓRFICO CORPORAL – TDC
7 - TRICOTILOMANIA - VÍCIO DE ARRANCAR FIOS DE CABELOS.

8 - TRATAMENTO PARA ESSAS COMPULSÕES

Alguns comportamentos compulsivos

1o - TRABALHAR COMPULSIVO (WORKAHOLIC)


 
Com o objetivo de vencer profissionalmente, ganhar dinheiro sobressair-se socialmente, tem sido glorificado pelo sistema cultural que a pessoa procure dar o melhor de si trabalhando.

O trabalho pode ser utilizado como uma ocupação mental capaz de tomar o espaço de outros sentimentos ou pensamentos mais difíceis de serem vivenciados.

Mas quando a atividade funciona como uma forma de:
- esconder-se,
- fugir
- ou não ter que sentir ou pensar em outros problemas,


Ou seja, quando alivia a angústia da vida de relação, o trabalhar pode tornar-se compulsivo, constante, enfim aditivo.


A pessoa com compulsão pelo trabalho freqüentemente, tem comportamento que:
- Exige dos outros o mesmo ritmo que tem para si,
- Costuma criticar demais esses outros,
- Exige perfeição,
- Exige dedicação
- Exige devoção ao trabalho, tal como elas próprias se comportam.

Estes comportamentos é típico do Compulsivo para o Trabalho, mas ele também sofre com sua situação.

Normalmente são pessoas:
- perfeccionistas,
- severas,
- isoladas,
- inflexíveis,
- amargas 
- exageradamente “realistas”.

Também conhecidos como os workaholics, eles:
- racionalizam tudo na vida,
- ocultam seus próprios sentimentos,
- têm um contato mínimo com eles próprios e mantêm "abafados" seus conflitos íntimos.

Para essas pessoas o trabalho é seu escudo protetor e, melhor que isso, trata-se de uma atitude fortemente enaltecida pelos valores sociais.






 

Faça o teste:
você é um trabalhador compulsivo?












1 - Fica mais entusiasmado com seu trabalho do que com a família ou com qualquer outra coisa?
2 - Há alturas em que consegue fazer todo o trabalho e outras em que não consegue fazer nada?
3 - Leva trabalho para a cama? Para os fins de semana? Para as férias?
4 - O trabalho é a atividade que mais gosta de fazer e da qual fala mais?
5 - Trabalha mais de 40 horas por semana?
6 - Transforma os seus passatempos em projetos para ganhar dinheiro?
7 - Assume a responsabilidade total pelos resultados dos seus esforços de trabalho?
8 - A sua família e os seus amigos desistiram de esperar que chegue a horas?
9 - Aceita trabalho extra porque teme que de outra forma não seja feito?
10- Subestima o tempo necessário para um projeto e depois anda a correr para o acabar?
11 - Acredita que é OK trabalhar muitas horas se gosta muito do que está a fazer?
12 - Fica impaciente com as pessoas que têm outras prioridades sem ser o trabalho?
13 - Receia que, se não trabalhar muito, vai perder o emprego ou vai ser um falhado?
14 - O futuro é, para si, uma preocupação constante mesmo quando as coisas estão a correr bem?
15 - Faz as coisas com muita energia e competitividade, mesmo a diversão?
16 - Fica irritado quando as pessoas lhe pedem para parar de trabalhar a fim de fazer outras coisas?
17 - As muitas horas de trabalho provocaram sofrimento à sua família ou a outras pessoas dos seus relacionamentos?
18 - Pensa no seu trabalho enquanto guia, enquanto adormece ou enquanto outras pessoas estão a falar?
19 - Trabalha ou lê durante as refeições?
20 - Acredita que mais dinheiro resolverá os outros problemas da sua vida?

Resposta: Três (3)  respostas positivas são consideradas como um indicador de que pode haver um problema com dependência do trabalho.
Depois de ponderar cuidadosamente as suas respostas às perguntas acima e talvez até mesmo depois de falar acerca delas com a sua família e amigos, pode aperceber-se de que existe um problema.
Muitos de nós tivemos dificuldade em perceber completamente os sinais do nosso problema.
A recuperação começou quando identificamos os nossos comportamentos compulsivos pelo trabalho. Foi o nosso primeiro passo.
A consciência do nosso problema abre caminho para possíveis soluções.

2o - ATIVIDADE FÍSICA COMPULSIVA (VIGOREXIA) 

A escravização que as pessoas das sociedades civilizadas se submetem aos padrões de beleza tem sido um dos fatores sócio-culturais associados ao incremento da incidência do comportamento compulsivo para a prática de exercícios. Muitos que estão bem abaixo do peso sentem obesos (anorexia). É hábito que o ser humano moderno esteja moderadamente preocupado com seu corpo, sem que essa preocupação se converta numa obsessão.

Mas, alguns complexos de feiúra ou de estar em desacordo com os padrões desejáveis podem levar à obsessão pela beleza física e perfeição.


Inicialmente essa atividade física pode proporcionar prazer, relaxar, fazer com que a pessoa se sinta mais saudável e bonita.

FOTO – A irmã mais nova do tenista campeão australiano Lleyton Hewitt, também tenista, surpreendeu o mundo quando em 2007 abandonou as quadras e se dedicou ao fisiculturismo extremo. Menos de um ano de treinamento mudou-lhe radicalmente a antiga aparência feminina.





Quando isso se transforma num comportamento compulsivo, exercitar-se em excesso pode resultar em prejuízo físico, atingindo as articulações, aparelho respiratório e o coração.


O sistema emocional pode ficar comprometido quando se apresenta um comportamento compulsivo, constante, comprometendo a realização satisfatória de outras atividades da vida da pessoa e proporcionando sofrimento significativo em outros aspectos.

A atividade física compulsiva gera obsessão em musculatura, pela compulsão aos exercícios e ingestão de substâncias que aumentam a massa muscular, quanto pela fragrante distorção do esquema corporal que essas pessoas experimentam.

3o - COMPRAR COMPULSIVO (SHOPHOLIC)

Assim como os demais Comportamentos Compulsivos ou Aditivos, o comprador compulsivo é, praticamente, um dependente do comportamento de comprar, precisando fazê-lo sem limites para se sentir bem, pelo menos bem naquele momento (para depois se arrepender).


O(A) comprador(a) compulsivo(a) acaba por consumir coisas pelo fato de consumir e não mais pela necessidade do objeto que é consumido.
O transtorno, caracterizado pelo descontrole dos impulsos, atinge cerca de 3% da população.
Quando a compulsão
por comprar
se apresenta de forma severa...


Ela se torna uma doença psicológica chamada ONIOMANIA – COMPULSÃO POR COMPRAR.
Os portadores da Oniomania, também conhecidos como shopaholics ou consumidores compulsivos, freqüentemente não conseguem resistir à tentação de comprar.



Entre os comportamentos mais comuns dos shopaholics estão:








1º - Esconder as compras da família ou do parceiro;
2º - Mentir sobre a quantidade verdadeira de dinheiro gasto em compras;
3º - Gastar em resposta a sentimentos negativos como depressão ou tédio;
4º - Sentir euforia ou ansiedade durante a realização das compras;
5º - Culpa, vergonha ou auto-depreciação como resultado das compras;
6º - Se dedicar muito tempo fazendo “malabarismos” com as contas ou com as dívidas para acomodar os gastos; além de uma atração incontrolável por cartões de créditos e cheques especiais.

Uma pessoa só é considerada um consumidor compulsivo se é incapaz de controlar o desejo de comprar e quando os gastos freqüentes e excessivos interferem de modo importante em vários aspectos de sua vida.




Antes de cometer o ato do qual não tem controle, é comum que o consumidor compulsivo apresente ansiedade e/ou excitação.



As compras compulsivas podem levar a sérios problemas psicológicos, ocupacionais, financeiros e familiares que incluem a depressão, enormes dívidas e graves problemas nas relações amorosas.

A maioria apresenta culpa, vergonha ou algum tipo de remorso ao término do ato.

O comprador compulsivo consome pelo prazer de consumir e não pela real necessidade do objeto, e compra mais produtos relacionados à aparência como roupas da moda, sapatos, jóias e relógios.








Já durante a execução do ato, experimenta sensações de prazer e gratificação. E quando, por algum motivo, são impedidos de comprar, os pacientes costumam relatar sensações como angústia, frustração e irritabilidade.

O descontrole é sem limites. Chegam a  não pagar contas essenciais para gastar com supérfluos. A gratificação e a satisfação obtidas através da compra não os permitem avaliar a possibilidade de futuros prejuízos.
Podemos traçar um paralelo entre as compulsões por compras e as dependências químicas.

Em ambas, há perda de controle e o paciente se expõe a situações danosas para si e também para os outros.

Assim como em alguns casos os dependentes químicos roubam para custear seus vícios, o compulsivo também pode se utilizar de meios ilegais para continuar comprando.


-- Infelizmente, a maioria dos shopaholics só costuma procurar ajuda quando as dívidas estão grandes e os gastos exagerados já acarretam problemas familiares, nos relacionamentos, em situações legais, ou até quando dão origem a episódios depressivos de intensidade importante.
TRATAMENTO -- PSICOTERAPIAS


Em alguns casos, os portadores do transtorno só chegam ao consultórios, trazidos por familiares, amigos ou pelo cônjuge.


CÉREBRO - Quanto à origem do transtorno, acredita-se que haja algum déficit do neurotransmissor serotonina, que reconhecidamente proporciona menor ocorrência de impulsividade.




4o - JOGAR COMPULSIVO (OU PATOLÓGICO)

A característica essencial do Jogo Patológico é um comportamento de jogo mal adaptativo, recorrente e persistente, que perturba os empreendimentos pessoais, familiares e/ou ocupacionais.
A pessoa com esse transtorno pode manter uma preocupação com o jogo, tais como, planejar a próxima jogada ou pensar em modos de obter dinheiro para jogar.

A maioria dessas pessoas com Jogo Patológico afirma que está mais em busca de "ação" do que de dinheiro e, por causa dessa busca de ação, apostas ou riscos cada vez maiores podem ser necessários para continuar produzindo o nível de excitação desejado.

Os indivíduos freqüentemente continuam usando a internet nos jogos, apesar de repetidos esforços no sentido de controlar, reduzir ou cessar o comportamento.


Ganhar é um reforço positivo imediato e perder é “apenas” uma circunstância aleatória. Pois está na expectativa de ganhar.




O jogo pode tornar-se uma grande fonte de prazer, podendo vir a ser a única forma de prazer para algumas pessoas.

O jogador compulsivo costuma se tornar inconseqüente, gastando aquilo que não tem, perdendo a noção de realidade.

A síndrome de abstinência pode estar presente.



5o - TRANSTORNOS ALIMENTARES - COMER COMPULSIVO (BINGE-EATING)

Os transtornos alimentares constituem uma verdadeira "epidemia" que assola sociedades industrializadas e desenvolvidas acometendo, sobretudo, adolescentes e adultos jovens.

Vivemos em uma sociedade na qual existe o culto da magreza.










Existem os Transtornos Alimentares mais tradicionais, que são:
- Anorexia  
- Bulimia nervosa
- Cultura do esbelto


Como usufruir deste prazer sem sentir-se fora dos padrões sociais de saúde e beleza?
Quais serão os sintomas dessa epidemia emocional?

De um modo geral, o pensamento falho e doentio das pessoas portadoras dessas patologias se caracteriza por uma obsessão pela perfeição do corpo.

Na realidade, trata-se de uma "epidemia de culto ao corpo".











6o - TRANSTORNO DISMÓRFICO CORPORAL – TDC
Assim, comer, um comportamento universalmente tido como prazeroso, torna-se alvo de preocupação de muitas pessoas.


A padronização massiva dos padrões de beleza, aliada ao culto à juventude eterna, tem estimulado a desconformidade e, até mesmo, rejeição a próprio imagem.






Afinal, todos sofrem o bombardeamento intensivo da mídia que nos compele a sermos jovens, magros, bonitos, bronzeados, bombados, siliconados...

Eem suma, devemos possuir corpos de Adônis para obter o tão almejado sucesso social.

Como o mal do TDC implica na progressiva distorção da auto-imagem, emblematicamente a Síndrome do Corpo Perfeito, ou de Adônis, ou Vigorexia, é uma das compulsões que mais se tem alastrado na avançada sociedade de consumo.

Dentro de certos limites, as preocupações com o corpo são saudáveis.

Contudo, quando a tênue faixa é extrapolada, o comportamento passa a exibir sinais de obsessão que suscitam casos bizarros que repercutem nos tablóides de fofocas, que ganham força na medida do tamanho da fama da personalidade pública envolvida nas excentricidades.


7o.TRICOTILOMANIA - VÍCIO DE ARRANCAR FIOS DE CABELOS.

Tricotilomania é uma doença que é mais conhecida por seus sintomas do que pelo seu nome.

Pessoas que sofrem desse distúrbio de controle de impulsos arrancam os fios de cabelo para controlar a ansiedade e o nervosismo.








Algumas enrolam os fios no dedo para depois puxá-los. Nos casos mais graves acabam ficando calvas ou com grandes falhas no couro cabeludo.



8o - TRATAMENTO PARA AS COMPULSÕES:

Associação:


a) PSICOTERAPIA

- PSICANALISTA

- PSICÓLOGO

- TERAPEUTA FAMILIAR

- TERAPIA COMPORTAMENTAL COGNITIVA,

- Entre outros





b) MEDICAÇÃO  MÉDICO PSIQUIATRA

Pois só ele poderá receitar o remédio adequado, pois para tipo de compulsão existe uma forma de tratar.
Manual de Diagnóstico e
Estatística das
Perturbações Mentais
- identificado o Transtorno

. 



quarta-feira, 11 de maio de 2011

O que são comportamentos compulsivos?

I - O QUE SÃO?

Os Comportamentos Compulsivos são também chamados de Comportamentos Aditivos.


São hábitos aprendidos e seguidos por alguma gratificação emocional, normalmente um alívio de ansiedade e/ou angústia.



A gratificação que segue ao ato seja ela o prazer ou alívio do desprazer, reforça a pessoa a repeti-lo, mas, com o tempo, depois desse alívio imediato, segue-se uma sensação negativa por não ter resistido ao impulso de realizá-lo.



Algumas pessoas apresentam comportamentos com caráter compulsivo, que levam a conseqüências negativas em suas vidas, como por exemplo:


= Recorrer ao uso abusivo do álcool,
= Recorrer ao uso abusivo das drogas,
= Fugir do convívio social,
= Comprar compulsivamente, sem levar em conta o saldo bancário,
= Comer compulsivamente, mesmo quando não se tem fome,
= Comer e recorrer ao hábito intempestivo do vômito
= Jogar,
= praticar atividades físicas em excesso, etc.

II - POR QUE OCORREM COMPORTAMENTOS COMPULSIVOS?

Não há uma causa bem estabelecida para a ocorrência de Comportamentos Compulsivos.


Pode-se falar em vulnerabilidades e predisposições: 



= seja de elementos familiares,
= tais como os hábitos conseqüentes à extrema insegurança e aprendidos no seio familiar,
= seja por razões individuais e relacionados às vivências do passado e a ao dinamismo psicológico pessoal,
= seja por razões biológicas, de acordo com o funcionamento orgânico e mental.

E muitas vezes trazemo conseqüências físicas, psicológicas e sociais graves.

São hábitos que foram mal adaptados,devido a alguma forma emocional de alívio, e agora eles são canalizados em hábitos que precisam ser executadas inúmeras vezes,para trazer um alívio nas questões internas da emoção,as pessoas não percebem, pois estes são feitos de forma automática.




III - QUAIS AS COMPLICAÇÕES DOS COMPORTAMENTOS COMPULSIVOS

Normalmente tem sua classificação no Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais - 4ª edição conhecida pela designação “DSM-IV”.

Este manual fornece critérios de diagnóstico para as perturbações mentais, incluindo componentes descritivas, de diagnóstico e de tratamento, constituindo um instrumento de trabalho de referência para os profissionais da saúde mental.










A pessoa acaba tornando-se dependente dessas atitudes e destes comportamentos, que ocupam um grande tempo de sua vida.



Em alguns casos ocorrem-se danos físicos, como por exemplo:








= na pessoa com VIGOREXIA, que precisa malhar (exageradamente) todos os dias e por longas horas,
= Ou lesões na pele das mãos devido aos rituais de lavar continuadamente,
= Ou escoriações quando há auto-escoriações,
= Calvície quando há TICOTILOMANIA - arrancar o cabelo, 
= ou desnutrição quando a compulsão é por vômitos BULEMIA e assim por diante.




Normalmente essas pessoas sentem desconforto emocional se não fizerem esses comportamentos, apresentam grande angústia ou ansiedade quando não consegue realizar a atividade compulsiva.

A repetição desses comportamentos e o aumento gradual da freqüência deles acabam caracterizando um verdadeiro processo de dependência.

Podemos dizer que existe uma grande semelhança entre Comportamentos Compulsivos e dependência química:





1 = angústia provocada pela ausência,
2 = sintomas emocionais da abstinência,
3 = tremores,
4 = sudorese,
5 = taquicardia, etc,
6 = caráter compulsivo e repetitivo, a importância que essa atitude ocupa na vida da pessoa,
7 = comprometimento na qualidade da vida familiar, profissional, afetiva e social.

É assim que, por exemplo, o ato de jogar tem praticamente o mesmo papel que a droga, ou álcool, a cocaína e outras substâncias psicoativas.

IV - QUANDO OS COMPORTAMENTOS COMPULSIVOS PRECISAM DE TRATAMENTO?

Normalmente os Comportamentos Compulsivos precisam de tratamento quando têm como conseqüências, prejuízos significativos à vida da pessoa ou ao seu entorno sócio-familiar.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Qual a origem da raiva?

A Raiva, que é a geradora de impulsos violentos contra os que nos ofendem, fere ou invadem a  dignidade dos indivíduos e é a responsável por um sem número de atos de violência, incluindo a auto-violência, ou seja, contra nossa própria saúde.


A Raiva pode variar de pessoa para pessoa pois depende, basicamente, da valoração que a pessoa dá aos objetos do mundo à sua volta e dos traços de sua personalidade.

Quando a pessoa não percebe o que está acontecendo, alimenta a raiva (manifestações externas ou internamente), com isto acaba criando um círculo vicioso.



Raiva não controlada pode causar diversos problemas físicos entre eles os problemas cardiovasculares, estomacais e dermatológicos. Pois os efeitos acabam se acumulando no corpo, com isto originando as doenças PSICOSSOMÁTICAS, que são originadas das emoções negativas, veja abaixo.


















  MODERNIDADE x ESTRESSE   




vivemos constantemente correndo, com isto sem tempo de elaborar as qustões emocionais vividas  



a RAIVA a caba sendo considerada
uma VÁLVULA PREJUDICIAL de ESCAPE





















COMO ENFRENTAR a RAIVA


COMO DEMONSTRAR SENTIMENTOS









Muitas vezes confessar medos e fraquezas é visto como fraqueza, pois alguns acham que pode sinalizar insegurança.

Paradoxalmente, sabemos que os mais seguros e confiantes são os que têm menor receio de confessar seus temores e falhas. 

Somos condicionados a não dizer o que sentimos, principalmente se esse sentimento for percebido como algo que nos inferioriza.

PASSO A PASSO DA ELABORAÇÃO DAS EMOÇÕES NEGATIVAS, OU SEJA APRENDENDO A TIRAR TANTAS MÁSCARAS:

1. Demonstre seus sentimentos, pois eles preparam o corpo para uma reação.
   Sua repressão seja qual for, é tremendamente maléfica para o organismo e deve ser evitada tanto quanto possível.

2. Por outro lado, tente controlar a expressão das suas emoções, isto constitui um dos recursos mais potentes para o equilíbrio pessoal e para relacionamentos interpessoais satisfatórios.
  Na verdade, temos regras sociais para expressar os nossos sentimentos de forma a não ferir ninguém, nem a nós mesmos.

3. Não bloqueie seus sentimentos, não "engula o choro" e nem se envergonhe por emocionar-se diante de uma cena de amor.
   A forma como as pessoas expressam seus sentimentos constitui-se numa competência social muito importante.

4. Demonstre seus sentimentos com espontaneidade e adequação pois o corpo conserva dentro de si a energia produzida pelas emoções.
   Se ela não é aproveitada, permanece estagnada em alguma parte do nosso corpo, em geral no ponto mais frágil de cada um de nós, causando as doenças psicossomáticas.

5. Não se envergonhe da tristeza. A dor revelada, diminui as tensões geradas pelas perdas.
   As pessoas que suportam a dor sozinhas, adoecem com mais freqüência e de maneira mais grave que aquelas que verbalizam as suas dores.

6. Compartilhe também as coisas boas, pois confessar o que sentimos é bom para o corpo e para a alma.

7. Fale. Utilize-se da "palavra", pois quando bem utilizada, no tom certo e na hora certa, é uma excelente forma de expressar o que nos vai na alma.
   Saiba também que a palavra por si só não basta para dizer o que sentimos, mas é um valioso auxiliar.

8. Quando o sentimento for de raiva, use toda a energia para comunicar com firmeza e determinação o que está sentindo.
  Não é preciso usar a agressividade ou a violência para que acreditem em você.